Mais uma propaganda maneiríssima da Pepsi.. Dessa vez em estilo Medieval, os craques do futebol vão ajudar um vilarejo a recuperar as suas Pepsis. Tá, a história não ganharia Oscar de melhor enredo e nem os jogadores como melhores atores, mas a produção é bacana e vale a pena ver!
sexta-feira, 6 de setembro de 2013
Love hurts
Nada como uma câmera lenta para revelar detalhes que nem sempre são percebidos por quem assiste ao UFC.
quinta-feira, 5 de setembro de 2013
Futebol Ninja
Lembram das superproduções que falei que a Nike faz em suas propagandas? Pois é, essa é mais uma! Eles não brincam em serviço.. Assim como Edgar Davids, Totti, Figo, Thuram, Honda, Guardiola (ainda jogador) e outros patrocinados não puderam brincar.. E aí, pra jogar futebol de qualidade tem que ser meio ninja mesmo né?
Quinta divisão atraente
Jogar na 5º divisão não deve ser nada agradável, porém, os atletas do NK Viktorija Vojakovacde da Croácia tem um belo motivo para correr em campo e não faltar um treino sequer. Tudo por que quem comanda a equipe da casamata é a ex-modelo Tihana Nemcic, de apenas 24 anos.
Partiu, Croácia?
quarta-feira, 4 de setembro de 2013
Enquanto isso, no Velho Oeste
Lembram quando comentei em outro post que durante um tempo Manchester United e Juventus dominavam o mercado publicitário e que depois o time da velha bota perdeu lugar? Pois é, esse é um dos comerciais em que o time "desafiante" dos Red Devils é o Real Madrid. Mais uma produção da Pepsi. Mais uma boa produção da Pepsi. Curtam aí!
Um clube diferente no meio do futebol
O Fußball-Club Sankt Pauli von 1910, vulgo St. Pauli da Alemanha, definitivamente não é um clube comum. O símbolo de uma caveira estampado na bandeira do clube já poderia deixar qualquer um com um pé atrás, mas a reação correta deve ser exatamente a oposta, isso se você for livre de qualquer tipo de preconceito.
Fundado em 1910, o St. Pauli teria tudo para ser apenas mais um dos milhares de times de futebol do mundo, porém, ele se destaca por algo inusitado: é um clube onde dirigentes e principalmente os torcedores são livres de qualquer tipo de preconceito e discriminação. Fato inusitado? Sim, pelo menos nos dias de hoje, onde um selinho de um jogador gera praticamente uma 3º guerra mundial.
A história da origem do clube é pra lá de interessamte, não a contarei aqui, mas o Google pode ajudá-los caso tenham interesse. Resumidamente, uma das atitudes que fizeram o St. Pauli um fenômeno de popularidade, mesmo sem jamais ter conquistado algo, ocorreu na década de 80, quando o time resolveu proibir a entrada de torcedores de extrema-direita. Com atitudes como essa e sempre levantando bandeiras contra o preconceito, o clube agradou até mesmo os que não eram fãs de futebol e não só na Alemanha. A média de público que era de mil torcedores no começo da década de 80, aumentou para 20 mil ao final dos anos 90.
Atualmente na 2ª divisão do campeonato alemão, o estádio dos Piratas da Liga, como são conhecidos os torcedores do clube, segue lotado a cada jogo. Se não vibram tanto com as vitórias do time, gritam orgulhosos aos quatro ventos
que são antirracistas, antifascistas, antissexistas e anti-homofóbicos. Uma das maiores provas disso é que neste ano o clube resolveu hastear uma bandeira do arco-íris que ficará permanentemente no estádio.
"Tolerância e respeito nas relações humanas são pilares importantes da filosofia do St. Pauli."
Visto o furdunço que ocorreu por aqui no caso Émerson Sheik e as ofenças dirigidas a Richarlyson ao longo de anos, creio que no Brasil não teremos um St. Pauli tão cedo, as pessoas não estão prontas para conviver abertamente com isso. Como disse o jornalista David Butter, "O St. Pauli não é um clube gay: é um clube que não nega os gays. Não é um clube
“tolerante” no sentido flácido do adjetivo: é um clube que promove a
tolerância com energia."
E aí, acha mesmo que um clube assim sobreviveria no Brasil? Eu duvido, aqui as pessoas se dizem não preconceituosas, mas somente até terem um filho, parente ou amigo que assuma ser homossexual ou passe a ter alguma deficiência. Dizer ser livre de preconceito é fácil, ter uma atitude livre de preconceito é bem mais complicado.
terça-feira, 3 de setembro de 2013
Tem que saber escolher time..
Mais uma campanha muito bacana da Adidas e, por isso, coloco logo 2 vídeos da campanha: José+10. Todo muleque sonha em jogar ao lado dos seus ídolos. Hoje, a maioria brinca só no video game, mas na minha época, era assim que a gente fazia, jogava na rua e muitas vezes ou sonhávamos que os craques estavam ali ou fingíamos que éramos um deles. E sobre os times escolhidos, qual você prefere? Vai dar "Os amigos do José" ou o time "visitante"?
segunda-feira, 2 de setembro de 2013
Futebol Animal? Na Jaula!
Esse vídeo é uma compilação de vários pequenos vídeos que a Nike fez para essa campanha que juntou MUITOS dos seus patrocinados e, sendo assim, muitos brasileiros. A idéia era divulgar o futebol arte, o futebol muleque. Os craques foram divididos em times de 3 jogadores e dentro de uma jaula que misturava golzinho com showbol disputavam partidas no estilo "golden goal", levou gol, perdeu, tá fora! Curtam aí!
Totó é jogo sério
Durante muitos anos Manchester United (ING) e Juventus (ITA) eram consideradas as grandes potências do futebol mundial. Grandes times, grandes jogadores e, com isso tudo, claro que volta e meia apareciam em muitos comerciais... O Manchester até continuou, mas depois de um tempo a Juventus perdeu lugar pro Real Madrid e outros grandes times da Europa. Então, como já tinha anunciado, posto mais um comercial, dessa vez, da Pepsi. Até porque, todo jogo de totó é clássico, rivalidade, sangue no olho.. É ou não é? rs
Chorei, chorei, agora... eu choro mais
Jogadores discutirem com a torcida é coisa comum, incomum foi a reação do meia turco Volkan Sen do Trabzonspor. Após ser vaiado e reagir as reclamações de alguns torcedores, o jogador simplesmente virou para o banco de reservas e pediu para ser substituido. Até aí tudo bem, mas o meia começou a chorar copiosamente, precisando ser acalmado pelos demais jogadores da sua equipe, do adversário e até pelo juiz.
Comovente, já pensou se ele jogasse no Botafogo?
Hoje não, hoje não... hoje quase!
Eternamente, sempre que uma disputa na linha de chegada for acirrada ou com a velha e boa "tirada de pé", lembraremos do grande Cleber Machado e sua narração no caso do Rubinho na F1. Porém, desta vez a desacelerada foi em razão do Fair Play.
A prova era o Ironman 70.3, em Brasília. O francês Jeremy Jurkiewicz liderava com folga e resolveu diminuir o ritmo para dar um tchauzinho para o público, por sorte, o brasileiro e segundo colocado Igor Amorelli percebeu o tamanho da mancada do adversário e tirou o pé, permitindo assim que o francês vencesse a competição.
Fala sério Jeremy, se quer dar tando tchauzinho, que participe de um concurso de Miss e não do Ironman.
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